Após anos atuando diretamente com alguns dos maiores nomes de vendas e treinamentos do Brasil, Flávio Santos e Alex Peluzato decidiram seguir um caminho diferente no mercado de educação corporativa.
A experiência prática ao lado de grandes players revelou um padrão recorrente: empresas investem cada vez mais em capacitação, mas encontram dificuldade em transformar esse investimento em resultado concreto.
Dados recentes mostram que o investimento médio em treinamento por colaborador no Brasil cresceu cerca de 14% em 2024, alcançando aproximadamente R$ 1.222 por profissional ao ano. Ainda assim, o retorno percebido por muitas empresas segue abaixo do esperado.
A partir dessa constatação, ambos decidiram romper com o modelo tradicional e criar uma abordagem voltada à execução.

Flávio Santos
Um modelo que gera impacto, mas não sustenta resultado
O formato predominante de educação corporativa no Brasil ainda está baseado em eventos pontuais, com foco em conteúdo e motivação.
Embora esses treinamentos gerem engajamento imediato, muitas empresas enfrentam o mesmo problema: poucos dias depois, a equipe retorna aos padrões anteriores, sem mudança real de comportamento ou performance.
Ao mesmo tempo, o mercado segue crescendo. Mais de 54% das empresas brasileiras aceleraram o uso de tecnologias digitais para treinamentos nos últimos anos, e o setor de educação corporativa digital deve crescer a taxas superiores a 14% ao ano.
Ou seja: investimento e acesso aumentaram — mas o resultado ainda não acompanha.

Alex Peluzato
Da teoria à execução
Diante desse cenário, Flávio Santos e Alex Peluzato estruturaram um modelo baseado em execução contínua.
A proposta se apoia em pilares claros:
• qualificação prática
• estruturação de processos
• acompanhamento frequente
• correção constante
• responsabilidade pela execução
A lógica é direta: conhecimento sem aplicação não gera resultado.
Estudos mostram que empresas que investem em educação corporativa tendem a melhorar retenção de talentos e estabilidade das equipes, mas o impacto pleno só acontece quando há integração com a operação.
Exec Business Acceleration: um novo modelo no mercado
É nesse contexto que surge a Exec Business Acceleration, criada para atuar como um hub de aceleração de empresas.
O modelo rompe com a lógica tradicional ao integrar:
• treinamento
• gestão
• processo
• execução
A atuação inclui:
• organização da gestão
• estruturação de processos comerciais
• desenvolvimento de equipes
• acompanhamento direto
• foco em indicadores reais
A proposta é clara: substituir impacto momentâneo por transformação consistente.
Educação corporativa mais acessível e com retorno real
Outro ponto crítico levantado pelos fundadores é o custo da educação corporativa no Brasil.
Grande parte das empresas ainda precisa lidar com valores elevados para treinamentos que não garantem aplicação prática.
Ao mesmo tempo, cresce a busca por formações mais objetivas e aplicáveis: termos ligados a especialização e capacitação prática têm aumentado significativamente no interesse dos profissionais.
A Exec Business Acceleration surge com o propósito de tornar esse acesso mais viável, com foco em retorno e aplicação real.
Uma mudança que já começou
O movimento liderado pela Exec acompanha uma tendência mais ampla no mercado: a transição de um modelo baseado em conteúdo para um modelo baseado em execução.
Empresas passam a exigir:
• aplicação prática
• acompanhamento contínuo
• indicadores claros
• responsabilidade por resultado
O mercado já entendeu que aprender não é suficiente.
Conclusão
A decisão de Flávio Santos e Alex Peluzato de criar a Exec Business Acceleration representa uma resposta direta às dores reais das empresas brasileiras.
Menos foco em palco.
Mais foco em processo.
Menos teoria isolada.
Mais execução acompanhada.
Em um ambiente cada vez mais competitivo, o diferencial não está em quem aprende mais, mas em quem executa melhor.
E é exatamente nesse ponto que um novo modelo de educação corporativa começa a ganhar espaço no Brasil.
