Novo desafio para empresas em 2026: formar equipes não é mais diferencial; agora é sobrevivência

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Reter talentos e formar equipe ainda seguem sendo desafios enfrentados pelas empresas que precisam de investimento rápido

O ano de 2026 consolida uma mudança estrutural no ambiente corporativo. Em um mercado cada vez mais dinâmico, competitivo e pressionado por resultados, já não há espaço para empresas que negligenciam a formação contínua de suas equipes. Atualização deixou de ser opção. Tornou-se requisito básico de permanência.

Empresários atentos ao cenário entendem que processos, tecnologia e estratégias só funcionam plenamente quando sustentados por pessoas preparadas. A lógica é direta: o primeiro cliente de qualquer empresa é o próprio colaborador. É ele quem veste a camisa, sustenta a cultura organizacional e traduz os valores da marca no dia a dia.

Segundo o palestrante Fernando Assunção, essa inversão de olhar é hoje uma das maiores urgências do setor produtivo.

“Hoje, o empresário precisa vender primeiro para a própria equipe. Com o crescimento do trabalho digital, remoto e das novas formas de atuação profissional, reter talentos se tornou um desafio ainda maior. Quem não cria vínculo, propósito e cultura perde gente boa com facilidade.”

Nesse contexto, ganha força uma tendência clara: organizações que investem em qualificação comportamental e técnica criam ambientes mais produtivos, equipes mais engajadas e resultados mais consistentes. Não se trata apenas de vender mais ou produzir mais, mas de estruturar uma cultura de comunicação, responsabilidade, foco e iniciativa.

Fernando destaca que a competitividade atual não está apenas no produto ou no preço, mas na forma como a empresa cuida das pessoas que fazem o negócio acontecer.

“As empresas precisam investir na mão de obra, no empenho da equipe, no desenvolvimento humano. Isso deixou de ser custo e passou a ser estratégia. Inclusive, essa tem sido uma missão pessoal minha: fazer com que empresários entendam que investir na equipe é investir na sobrevivência e no crescimento do negócio.”

A formação de equipes passa, necessariamente, pelo desenvolvimento do indivíduo. Liderar pessoas começa por liderar a si mesmo. Autoconhecimento, gestão do tempo, clareza de prioridades e postura profissional tornaram-se competências estratégicas — especialmente em cenários onde o improviso custa caro.

Essa visão orienta iniciativas de treinamento corporativo desenvolvidas para atuar dentro das empresas, respeitando sua realidade, sua cultura e seus desafios específicos. O foco não está no discurso motivacional raso, mas na construção de habilidades práticas aplicáveis ao cotidiano corporativo.

Palestrante Fernando Assunção

Ainda de acordo com Assunção, a atualização das equipes precisa ser contínua e integrada à rotina da empresa.

“Conseguimos manter essa atualização com grupos de apoio, troca de experiências, indicações de leitura e um acompanhamento personalizado. Quando a empresa cuida das pessoas, as pessoas cuidam da empresa.”

Os conteúdos trabalhados nesses processos dialogam diretamente com as demandas atuais do mercado, abordando temas como gestão do tempo, excelência no atendimento, aumento de desempenho, fortalecimento do networking profissional e a cultura da iniciativa — sair do discurso e partir para a execução com responsabilidade.

Mais do que ações pontuais, esse movimento reflete uma mudança de mentalidade empresarial. Empresas que prosperam são aquelas que compreendem que investir em pessoas é investir em sustentabilidade, reputação e crescimento real.

O mercado já deixou o alerta. Quem não acompanha essa evolução corre o risco de ficar para trás. Atualizar-se, qualificar equipes e fortalecer a cultura interna deixou de ser tendência futura. É prática do presente.

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