Há mais de 17 anos atuando no mercado, a GAP inicia uma nova fase ao transformar conhecimento operacional em tecnologia, inteligência e modelos próprios de gestão. À frente desse movimento está a CEO Flávia Pagliarini, que desenvolveu uma visão baseada em Inteligência em Operações para responder aos desafios de um setor que passa por uma das maiores transformações de sua história.
Pergunte à Flávia o que a GAP entrega ao mercado e dificilmente a resposta será vigilância. A executiva prefere outra definição: prevenção. Na sua visão, tecnologia só faz sentido quando é capaz de antecipar cenários, identificar vulnerabilidades e transformar informação em decisões preventivas eficazes.
Há mais de 17 anos, Flávia Pagliarini atua em um setor no qual eficiência sempre foi sinônimo de execução. Ao acompanhar de perto a rotina operacional de empresas, condomínios e empreendimentos corporativos, ela percebeu que o próximo salto do mercado não aconteceria com mais pessoas em campo, mas com mais inteligência por trás de cada operação.
A história da GAP começou em 2010, em Mairiporã, com um único cliente. Desde então, a empresa expandiu sua atuação, consolidou sua sede em São Paulo e hoje reúne mais de 5 mil colaboradores e mais de 300 contratos ativos. Essa evolução foi acompanhada por uma mudança de posicionamento: mais do que executar serviços, a companhia passou a investir no desenvolvimento de tecnologia, gestão estratégica e inteligência aplicada às operações.
Nesse processo, Flávia identificou uma lacuna recorrente no mercado de facilities. As operações geravam diariamente um enorme volume de informações, mas poucas organizações conseguiam transformar esses dados em inteligência capaz de prevenir falhas, antecipar riscos ou apoiar decisões estratégicas. Foi dessa percepção que nasceu a evolução da GAP e o desenvolvimento de uma nova forma de pensar a gestão operacional.
A partir dessa constatação, Flávia desenvolveu uma metodologia própria de Inteligência em Operações, conceito que integra tecnologia, monitoramento inteligente, análise de dados, protocolos operacionais e indicadores de desempenho para tornar as operações mais previsíveis, eficientes e estratégicas. A proposta é substituir uma lógica baseada na reação por um modelo orientado pela prevenção.
Essa visão rompe com um dos conceitos mais tradicionais do setor. “Não adianta ter câmeras que só fazem uma gestão primária, em que a gente vai verificar depois que aconteceu”, afirma Flávia Pagliarini. Para a executiva, tecnologia não deve servir apenas para registrar ocorrências, mas para produzir inteligência operacional capaz de reduzir riscos, apoiar decisões e evitar que problemas aconteçam.
Foi com esse objetivo que a GAP estruturou uma arquitetura operacional capaz de conectar monitoramento inteligente, analíticos de segurança e comportamento, gestão de processos, protocolos digitais e recursos tecnológicos aplicados diretamente às operações. Entre as soluções desenvolvidas estão ferramentas de análise operacional, tecnologias com inteligência artificial aplicadas ao campo e sistemas voltados à prevenção.
“O setor sempre foi extremamente competente na execução. Mas a execução, sozinha, já não é suficiente. O verdadeiro diferencial competitivo está na capacidade de interpretar dados, identificar padrões e transformar informação em decisões que aumentem a eficiência da operação”, afirma Flávia.
Além do desenvolvimento tecnológico, a empresa também investe na formação de profissionais e na ampliação do impacto social de suas iniciativas. A GAP mantém uma escola própria de capacitação para elevar o padrão técnico do setor e desenvolveu o aplicativo Ella, voltado à proteção da mulher, ampliando sua atuação para além das operações tradicionais.
Na visão da executiva, o futuro do mercado não será determinado pela empresa que possuir apenas a maior estrutura, mas por aquela capaz de transformar cada operação em uma fonte permanente de inteligência. É essa lógica que reposiciona a operação como um ativo estratégico para organizações que buscam eficiência, previsibilidade e governança.
Esse movimento consolida uma nova etapa da trajetória da GAP. Mais do que uma empresa de facilities, a companhia passa a se posicionar como uma empresa de Inteligência em Operações, conectando pessoas, tecnologia e gestão para responder às novas demandas do mercado e contribuir para a evolução de um setor cada vez mais orientado por dados.
“O futuro dos facilities não pertence às empresas que terão mais pessoas em campo. Pertence às empresas que terão mais inteligência por trás de cada decisão.” Para Flávia Pagliarini, segurança de verdade não é o que se vende. É o que se previne. É essa visão que orienta a nova fase da GAP e consolida a empresa como protagonista de uma transformação que une tecnologia, gestão inteligente e inovação para redefinir o futuro da gestão das operações.

