Ler o resumo da matéria
Este montante é quase o dobro do fundo anterior, de US$ 3,4 bilhões, e reflete uma estratégia agressiva da gestora, que já possui mais de 100 empresas de IA em seu portfólio, incluindo grandes nomes como OpenAI e Nvidia, além de startups emergentes.
A nova administração, liderada por Alfred Lin e Pat Grady, busca renovar a abordagem da Sequoia após um período conturbado sob a gestão anterior.
Nesse cenário, a expectativa é que empresas como OpenAI e Anthropic, com planos de IPO em 2026, tragam retornos significativos.
* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed
Após capturar quase 50% dos US$ 202,3 bilhões aplicados globalmente no mundo do venture capital em 2025, a inteligência artificial (IA) segue firme para avançar em novas fatias desse bolo bilionário. E quem está com apetite para engordar esses números é uma das gestoras mais icônicas dessa indústria.
De acordo com essas fontes, os recursos levantados no novo veículo serão destinados às principais apostas da gestora, o que vai se refletir, particularmente, nos investimentos em IA e em empresas em estágio mais avançado, especialmente nos Estados Unidos e na Europa.
Nos números que traduzem essa disposição, o portfólio da Sequoia contabiliza mais de 100 empresas de inteligência artificial, de todos os portes, além de 32 companhias operando ainda em modo stealth, ou seja, nos “bastidores”.
A relação inclui desde nomes que estão na dianteira dessa onda, como OpenAI, Anthropic e Nvidia, até startups que estão ganhando destaque no setor, como a Safe Superintelligence, liderada por Ilya Sutskever, cofundador da OpenAI, e nomes mais recentes, como a Physical Intelligence, de robótica.
Ao mesmo tempo, o montante mais polpudo de recursos também dialoga com o potencial dessas empresas, a partir da IA, crescerem mais rapidamente e com menor custo. O que, por consequência desses estágios cada vez mais avançados, vai exigir cheques mais substanciais.
A dança das cadeiras veio após um período mais conturbado sob a gestão de Botha, marcado por questões como a queda nos valuations de empresas de tecnologia, uma baixa contábil de US$ 200 milhões e a separação das operações da Sequoia na China e na Índia em empresas independentes.
Nesse contexto, o entendimento foi de que a nova dupla de gestores traria uma renovação nos quadros e teria mais aderência às demandas atuais, ditadas, principalmente, pela IA. Na Sequoia desde 2010, Lin liderou investimentos em companhias como Airbnb e DoorDash.
Grady, por sua vez, está na gestora há 20 anos, onde liderava os investimentos em empresas em fase de growth desde 2015, e participou de investimentos em companhias como a ServiceNow e a OpenAI.
Se a primeira captação da nova gestão já sinaliza esse maior apetite, na outra ponta, dos retornos do portfólio, a dupla formada por Lin e Grady também tem boas perspectivas, já que nomes como a OpenAI e a Anthropic despontam como algumas das principais empresas com planos para um IPO em 2026.
A Anthropic, por exemplo, dá uma boa medida do que está em jogo. Avaliada em US$ 380 bilhões em sua última rodada de investimentos, em fevereiro desse ano, a empresa, segundo relatórios, pode buscar um valuation entre US$ 600 bilhões e US$ 800 bilhões em sua abertura de capital.
Fonte ==> NEOFEED

