O médico Renato Lobo, formado pela Faculdade de Medicina da USP (CRM 181069), com pós-graduação em Nutrologia e Medicina Esportiva, afirma que a reposição hormonal deixou de ser apenas um tema ligado à estética e passou a ser uma ferramenta importante para melhorar energia, foco, produtividade, composição corporal e qualidade de vida, sempre com acompanhamento médico adequado.
Com mais de 10 anos de experiência em emagrecimento e reposição hormonal, o especialista destaca que muitos pacientes procuram tratamento após perceberem queda de rendimento no trabalho, cansaço excessivo, perda de massa muscular, dificuldade para emagrecer, redução da libido e falta de disposição para atividades do dia a dia.
Performance não é apenas sobre academia
“Quando os hormônios estão em desequilíbrio, o impacto aparece no corpo e também na mente. Muitos pacientes relatam melhora da concentração, da motivação e da capacidade de lidar com a rotina profissional após uma avaliação adequada e o tratamento correto”, explica Renato Lobo.
Segundo ele, a reposição hormonal moderna é individualizada e baseada em exames, histórico clínico e acompanhamento contínuo, evitando o uso indiscriminado de hormônios.

Dr. Renato Lobo
Mitos que vêm caindo por terra
O especialista afirma que dois dos maiores receios sobre a testosterona têm sido reavaliados pela ciência nos últimos anos:
Risco cardiovascular
O estudo TRAVERSE, um dos maiores já realizados sobre terapia com testosterona, mostrou que não houve aumento significativo de eventos cardiovasculares graves em homens com indicação médica para tratamento, contrariando um temor que esteve presente por muitos anos.
Câncer de próstata
Renato Lobo destaca que estudos mais recentes não demonstram aumento do risco de câncer de próstata em homens adequadamente avaliados e acompanhados durante a terapia hormonal.
“Hoje sabemos que a relação entre testosterona e próstata é muito mais complexa do que se imaginava no passado. O importante é fazer uma avaliação médica séria e acompanhar o paciente de forma contínua”, afirma.
Quem pode se beneficiar?
Entre os principais candidatos à avaliação hormonal estão homens e mulheres que apresentam:
- Cansaço persistente
- Queda de libido
- Dificuldade para emagrecer
- Perda de massa muscular
- Baixa disposição
- Redução de performance física e mental
- Alterações relacionadas ao envelhecimento hormonal
A importância do acompanhamento médico
O médico reforça que reposição hormonal não deve ser feita por conta própria e exige investigação completa para identificar causas, contraindicações e a melhor estratégia terapêutica para cada pessoa.
“O objetivo não é apenas aumentar hormônios, mas devolver saúde, equilíbrio e qualidade de vida com segurança”, conclui Renato Lobo.
Dr. Renato Lobo — CRM 181069
Médico formado pela Faculdade de Medicina da USP.
Pós-graduado em Nutrologia e Medicina Esportiva.
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